domingo, 5 de fevereiro de 2017

Doenças emergentes em 2017

Olá meus unicórnios, tudo bom?! O post de hoje é algo bem serio, vamos falar das doenças emergentes, aquelas que já existem e estão voltando com tudo agora em 2017, e da importância que devemos dar para nossa saúde. Separar aquele tempinho para nos cuidarmos. Pesquisei e junto com minha mãe que é Enfermeira, Mônica Côrtes, estarei abordando algumas dessas doenças com vocês.

Chikungunya
Febre acima de 39 graus, de início repentino, e dores intensas nas articulações de pés e mãos – dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. O Ministério da Saúde definiu que devem ser consideradas como casos suspeitos todas as pessoas que apresentarem febre de início súbito maior de 38,5ºC e artralgia (dor articular) ou artrite intensa com início agudo e que tenham histórico recente de viagem às áreas nas quais o vírus circula de forma contínua. 


Após a picada do mosquito, em quantos dias ocorre o início dos sintomas?
De dois a dez dias, podendo chegar a 12 dias. Esse é o chamado período de incubação.

Dor nas articulações também não ocorre nos casos de dengue?
Sim, mas a intensidade é menor. Em se tratando de Chikungunya, é importante reforçar que a dor articular, presente em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos (geralmente tornozelos e pulsos).

Existem grupos de maior risco?
O vírus pode afetar pessoas de qualquer idade ou sexo, mas os sinais e sintomas tendem a ser mais intensos em crianças e idosos. Além disso, pessoas com doenças crônicas têm mais chance de desenvolver formas graves da doença. 
Para mais informações acesse: Portal da saúde.


Infarto Agudo do Miocárdio
O infarto agudo do miocárdio, popularmente chamado de infarto ou ataque cardíaco, é a interrupção na passagem de sangue para o coração, o que causa a morte das células cardíacas. A principal causa do infarto agudo do miocárdio é o acúmulo de placas de gordura no interior das artérias que levam sangue para o coração. Elas podem surgir em pacientes predispostos geneticamente, com o próprio passar da idade, sendo a hipertensão, a diabetes, o colesterol alto, o fumo, o excesso de peso e a má alimentação alguns fatores que facilitam a formação dessas placas.


Outra possível causa é o espasmo da coronária, comum em mulheres.

Saiba como identificar:

O sintoma clássico de um infarto agudo do miocárdio é uma dor em forma de aperto no coração, no lado esquerdo do peito, que pode ou não estar associada a outros sintomas, como: tontura, mal-estar, enjoo, suor frio, palidez, sensação de peso ou queimor no estômago, sensação de aperto na garganta ou dor na axila ou no braço esquerdo.
Para mais informações acesse: Tua Saúde


Diabetes Mellitus

A diabetes mellitus é uma doença causada pelo excesso de glicose no sangue, sendo dividida em dois tipos: de caráter genético, chamada de tipo 1, e a adquirida ao longo da vida, muitas vezes pelos maus hábitos de alimentação e sedentarismo, chamada de tipo 2.

Como grande parte das doenças, o corpo dá sinais de que algo não vai bem. Saber ficar atento a esses sintomas da diabetes é fundamental para buscar tratamento o mais cedo possível e, assim, manter a diabetes controlada.


Saiba como identificar: 
  • Diabetes Tipo 1:

Um dos sintomas da diabetes tipo 1 é a necessidade de urinar várias vezes diariamente: caso sinta-se vontade de ir ao banheiro com mais frequência e sem nenhuma explicação aparente, pode ser um sinal de alteração nas taxas de açúcar. A sede e a fome constantes também são sintomas.

Outro sintoma da diabetes tipo 1 é o emagrecimento, inclusive em casos onde a pessoa sente muita fome, ou seja: a pessoa sente fome, come bem, mas emagrece, o que configura um sinal de alerta, assim como mudanças de humor, nervosismo, fadiga e fraqueza.

O estômago também é uma parte afetada no caso de diabetes: náuseas e vômitos, sem nenhuma explicação aparente, podem ser indicativos de que há um problema com as taxas de açúcar. Os sintomas característicos da diabetes tipo 1 aparecem de forma bastante rápida.

Deve-se ficar atento à cetoacidose diabética, uma complicação da diabetes tipo 1 que, em alguns casos, pode ser um primeiro sintoma, pela pessoa não saber que é diabética. Na cetoacidose as células não recebem energia, por causa da falta de insulina, e começam a queimar gordura. Porém, a energia obtida é insuficiente e gera muitos ácidos.

Os sintomas são hálito frutado, cetonas na urina, dificuldade respiratória, náuseas, vômitos, dor abdominal, e confusão mental. Deve-se tomar cuidado, pois a cetoacidose pode levar ao coma e à morte. Ao menor sinal, deve-se procurar um médico especialista em diabetes.

  • Diabetes Tipo 2
Já os sintomas da diabetes tipo 2, também chamada de diabetes adquirida, incluem a ocorrência de infecções constantes, como de pele, de rins e de bexiga (infecção urinária). Caso haja recorrência do quadro de infecção, vale a pena investigar se a causa não é a diabetes.
Outro sintoma da diabetes tipo 2 é o aparecimento de furúnculos e de feridas cuja cicatrização é demorada. Os olhos também merecem atenção: o embaçamento da visão, associado a outros fatores, constitui um sintoma tanto da diabetes tipo 2 bem como do tipo 1, também.

A ocorrência de formigamento nos pés pode ser um sinal de diabetes. Além disso, há também alguns sintomas comuns entre a diabetes mellitus tipo 1 e 2: a vontade de urinar toda hora, a fome constante e a sede (boca seca) frequente. A tontura também pode ocorrer em casos de hipoglicemia, níveis baixos de açúcar (glicose) no sangue, e também de hiperglicemia, níveis altos de açúcar no organismo.

Os sintomas da diabetes tipo 2 aparecem de modo gradativo. É importante deixar claro que um sintoma apenas não fecha um diagnóstico: é necessária a junção de mais sintomas para que se confirme a suspeita de diabetes e se comece uma investigação através de exames, como Glicemia em jejum, Hemoglobina glicada e Curva glicêmica.
Para mais informações acesse: Fator diabetes

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Doenças Hipertensivas

Pressão alta provoca doenças do coração. É preciso acompanhamento médico, pois a doença não apresenta sintomas e 50% dos casos são diagnosticados na faixa etária a partir de 55 anos.


A doença cardíaca hipertensiva altera a função e estrutura do coração como consequência da hipertensão arterial. A hipertensão, popularmente conhecida como “pressão alta”, começa em todos os órgãos e ataca todos os vasos sanguíneos. O coração é o órgão responsável por fazer o sangue circular por todo o corpo. A força necessária para esse bombeamento por meio dos vasos é a pressão arterial. É considerada alta quando está igual ou acima de 140 por 90 mmHg. A hipertensão causa estreitamento, obstruções, entupimento dos vasos. É um importante fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Quando causa entupimento, surge o infarto. Caso se rompa no cérebro, causa um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e pode também provocar a paralisação dos rins. Se o músculo cardíaco não receber a quantidade correta de sangue, ocorre hipertropia (aumento de tamanho), que por sua vez provoca 
insuficiência cardíaca. 

A doença não causa sintomas – nem dor de cabeça, que antes se acreditava estar ligada à hipertensão. Hoje se sabe que qualquer dor pode elevar a pressão. Quando surgem alguns sinais, os órgãos mais importantes já estão atacados. Nesse caso, podem surgir falta de ar, inchaço nas pernas e dor no peito. Podem ocorrer também zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

As medidas para prevenir a hipertensão e, consequentemente, as doenças do coração são:

• Evitar o sedentarismo, praticar esportes;
• Evitar a obesidade;
• Alimentação saudável; 
• Não abusar do sal;
• Não abusar do álcool; 
• Não fumar;
• Evitar o estresse;
• Medir sempre a pressão arterial e consultar um médico periodicamente.
Para mais informações acesse: Brasil.gov.br 

Câncer de Pulmão
O câncer de pulmão é um tumor caracterizado pela quebra dos mecanismos de defesa naturais do pulmão, a partir de estímulos carcinogênicos ao longo dos anos, levando ao crescimento desorganizado de células malignas. Este tumor maligno que pode pegar desde a traqueia até a periferia do pulmão. É uma das principais causas de morte entre as neoplasias no Brasil, com 18 mil casos novos em 2012, sendo a principal causa de morte por câncer entre homens e segunda causa entre as mulheres.

A causa mais comum do câncer de pulmão é o tabagismo por um longo período de tempo. Outros fatores de risco importantes são:
  • Inalação de agentes químicos, como asbesto, radônio, amianto e arsênio
  • Inalação de poeira e poluição do ar
  • Fumo passivo
  • Algumas doenças também predispõem à malignidade, como a tuberculose e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), assim como uma alimentação pobre em frutas e verduras. Há também fatores genéticos relacionados, como a presença de história familiar.

Os sintomas iniciais do câncer de pulmão são facilmente confundidos com doenças comuns, sendo os mais frequentes:
  • Tosse
  • Falta de ar
  • Chiado no pulmão
  • Presença de sangue no escarro
  • Dor no peito.
Perda rápida de peso e de apetite também pode ocorrer em pacientes esse tipo de tumor. Pode acontecer também de o paciente não sentir absolutamente nada na fase inicial, o que é um perigo maior.
Para mais informações acesse: Minha vida

Sífilis
A sífilis é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum, que é geralmente transmitida via contato sexual e que entra no corpo por meio de pequenos cortes presentes na pele ou por membranas mucosas. A sífilis é um mal silencioso e requer cuidados. Após a infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo da pessoa por décadas para só depois manifestar-se novamente.

Só é contagiosa nos estágios primário e secundário e, às vezes, durante o início do período latente. Raramente, a doença pode ser transmitida pelo beijo, mas também pode ser congênita, sendo passada de mãe para filho durante a gravidez ou parto. Uma vez curada, a sífilis não pode reaparecer – a não ser que a pessoa seja reinfectada por alguém que esteja contaminado.


Alguns fatores são considerados de risco para contrair sífilis:


  • Manter relações sexuais desprotegidas com uma ou mais pessoas
  • Estar infectado com o vírus do HIV, causador da Aids.
A sífilis desenvolve-se em diferentes estágios, e os sintomas variam conforme a doença evolui. No entanto, as fases podem se sobrepor umas às outras. Os sintomas, portanto, podem seguir ou não uma ordem determinada. Geralmente, a doença evolui pelos seguintes estágios: primário, secundário, latente e terciário.

Sífilis primária
A sífilis primária é o primeiro estágio. Cerca de duas a três semanas após o contágio, formam-se feridas indolores (cancros) no local da infecção. Não é possível observar as feridas ou qualquer sintoma, principalmente se as feridas estiverem situadas no reto ou no colo do útero. As feridas desaparecem em cerca de quatro a seis semanas depois, mesmo sem tratamento. A bactéria torna-se dormente (inativa) no organismo nesse estágio.

Sífilis secundária
A sífilis secundária acontece cerca de duas a oito semanas após as primeiras feridas se formarem. Aproximadamente 33% daqueles que não trataram a sífilis primária desenvolvem o segundo estágio. Aqui, o paciente pode apresentar dores musculares, febre, dor de garganta e dificuldade para deglutir. Esses sintomas geralmente somem sem tratamento e, mais uma vez, a bactéria fica inativa no organismo. Além desses sintomas, a sífilis secundária pode se manifestar por uma vermelhidão na pele (exantema), pela presenças de íngua (gânglios) nas axilas, na região inguinal, entre outras e pelo aumento do fígado e do baço.
Sífilis latente
Esse é o período correspondente ao estágio inativo da sífilis, em que não há sintomas. Esse estágio pode perdurar por anos sem que a pessoa sinta nada. A doença pode nunca mais se manifestar no organismo, mas pode ser que ela se desenvolva para o próximo estágio, o terciário – e mais grave de todos.
Sífilis congênita
A sífilis pode, ainda, ser congênita. Nela, a mãe infectada transmite a doença para o bebê, seja durante a gravidez, por meio da placenta, seja na hora do parto. A maioria dos bebês que nasce infectado não apresenta nenhum sintoma da doença. No entanto, alguns podem apresentar rachaduras nas palmas das mãos e nas solas dos pés. Mais tarde, a criança pode desenvolver sintomas mais graves, como surdez e deformidades nos dentes.
Para mais informações acesse: Minha vida

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Febre amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida por mosquitos. A infecção pode ser categorizada de duas formas: febre amarela urbana, quando é transmitida pelo Aedes aegypti; ou febre amarela silvestre, quando transmitida pelo Haemagogus e Sabethe.

A doença é considerada aguda e hemorrágica e recebe este nome, pois causa amarelidão do corpo (icterícia - e hemorragia em diversos graus. O vírus é tropical e mais comum na América do Sul e na África. Apesar de ser considerado um vírus perigoso, a maioria das pessoas não apresentam sintoma e evoluem para a cura.

No estado de São Paulo algumas cidades também estão em alerta para a febre amarela, como Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, devido tanto à morte de macacos, que costumam pressagiar esse tipo de surto, quanto a mais dois óbitos suspeitos de estarem ligados à doença. Um dos casos fatais foi confirmado, mas acredita-se que esteja ligado à transmissão silvestre da doença. O Ministério da Saúde já admite como um surto no Brasil. O último surto de febre amarela no Brasil ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 casos foram confirmados.

Existem dois ciclos da febre amarela:
  • Febre amarela silvestre: em que mosquitos destas regiões se infectam picando primatas com a doença e podem transmitir a um humano que visite este habitat
  • Febre amarela urbana: em que um humano infectado anteriormente pela febre amarela silvestre a transmite para mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, que a espalham.
É importante alertar que em ambos os casos a doença é a mesma, a diferenciação do ciclo de transmissão apenas ajuda nas estratégias para evitar a disseminação da febre amarela.

A pessoa permanece em estado de viremia, ou seja, capaz de transmitir o vírus para mosquitos, por até 7 dias após ter sido picada.

Normalmente o vírus causa sintomas em pessoas que nunca tiveram a doença ou que nunca tomaram a vacina. Não há relatos de transmissão de febre amarela direta entre pessoas.

Muitas pessoas que contraem a febre amarela não apresentam sintomas, e quando os apresentam, os mais comuns são:
  • Febre
  • Dores musculares em todo o corpo, principalmente nas costas
  • Dor de cabeça
  • Perda de apetite
  • Náuseas e vômito
  • Olhos, face ou língua avermelhada
  • Fotofobia
  • Fadiga e fraqueza.
Os sintomas nesta fase aguda da doença costumam durar entre três e quatro dias e passam sozinhos.

No entanto, uma pequena porcentagem de pessoas pode desenvolver sintomas mais graves cerca de 24 horas após a recuperação dos sintomas mais simples. Nesta fase chamada de tóxica, o vírus pode atingir diversos órgãos e sistemas, mas principalmente o fígado e rins. 

Os sintomas dessa fase são:
  • Retorno da febre alta
  • Icterícia, devido ao dano que o vírus causa no fígado
  • Urina escura
  • Dores abdominais
  • Sangramentos na boca, nariz, olhos ou estômago.
Em casos mais graves o paciente pode apresentar delírios, convulsões e até entrar em coma.

Dependendo do dano causado no organismo, esta fase da febre amarela pode levar a morte no intervalo entre sete e dez dias.
Para mais informações acesse: Minha vida

Gonorreia

A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, também conhecida como gonococo. Qualquer indivíduo que tenha qualquer prática sexual pode contrair a gonorreia. A infecção pode ser transmitida por contato oral, vaginal ou anal.

A bactéria se prolifera em áreas quentes e úmidas do corpo, incluindo o canal que leva a urina para fora do corpo, a uretra. Pode ser encontrada também no sistema reprodutor feminino, que inclui as tubas uterinas, o útero e o colo do útero. Existe, ainda, a transmissão de mãe para filho durante o parto ou quando este ainda está dentro do útero. Em bebês, a gonorreia costuma se manifestar principalmente nos olhos, na forma de conjuntivite grave, mas também pode haver infecção disseminada.

Saiba como identificar:
Na maioria dos casos, a gonorreia passa desapercebida. Quando há sintomas, alguns são bastante característicos, principalmente na região genital.

No pênis, os sinais mais comuns da gonorreia são:
  • Dor e ardência ao urinar
  • Secreção abundante de pus pela uretra
  • Dor ou inchaço em um dos testículos.
Já na vagina, os sintomas são:
  • Aumento no corrimento vaginal, que passa a ter cor amarelada e odor desagradável
  • Dor e ardência ao urinar
  • Sangramento fora do período menstrual
  • Dores abdominais
  • Dor pélvica.
Mas a gonorreia também pode surgir em outras partes do corpo:
  • Reto: os sintomas comuns da gonorreia na região anal são coceira, secreção de pus e sangramentos
  • Olhos: dor, sensibilidade à luz e secreção de pus em um ou nos dois olhos
  • Garganta: dor e dificuldade em engolir, presença de placas amareladas na garganta
  • Articulações: se a bactéria afetar alguma articulação do corpo, esta poderá ficar quente, vermelha, inchada e muito dolorida.
Para mais informações acesse: Minha vida

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